UM DIA SEM PETRÓLEO

UM DIA SEM PETRÓLEO

Mesmo que você não tenha carro ou veículo de motor à combustão, neste exato momento você está usando derivados de petróleo. Somos tão dependentes deles que boa parte do que conhecemos hoje não seria possível caso não existissem. View full post…

O CAMINHO DA GASOLINA ATÉ VOCÊ

O CAMINHO DA GASOLINA ATÉ VOCÊ

Você já se perguntou como é o processo de fabricação, distribuição e venda da gasolina? O combustível predileto dos brasileiros, roda muito antes de fazer os outros rodarem. Como todos sabem, ela, a gasolina, é feita de petróleo, logo nossa jornada começa em um refinaria.

Seja na grande estatal tupiniquim, ou em organizações estrangeiras. Nas refinarias o petróleo é aquecido, com diversos pontos de ebulição, cada substância derivada é separada, o óleo diesel, a querosene e também a nossa gasolina.

As distribuidoras de combustíveis possuem dois tipos de bases, as primárias e secundárias. Nelas são armazenados cada subproduto do petróleo. Os combustíveis chegam às bases primárias por meio de oleodutos.

Grandes tanques verticais e horizontais são conectados a essas tubulações por meio de válvulas e armazenam o combustível. Já nas bases secundárias, o combustível das bases primárias é entregue através de caminhões. Das bases secundárias até os posto de revendas, são outros caminhões, menores e mais apropriados para circulação urbana quando necessária, que levam a gasolina ao seu último destino antes do consumidor final.

Durante todo o processo, normas de segurança e qualidade precisam ser seguidas constantemente. Também vale ressaltar que qualquer combustível produzido precisa estar de acordo com a normativa vigente, essa é estabelecida pela ANP.

OSLO: A CIDADE SEM CARROS

OSLO: A CIDADE SEM CARROS

Com a meta para 2019 de retirar de circulação os carros do centro da cidade e gradativamente ir expulsando os veículos particulares do resto do centro urbano. A escolha do governo Norueguês vai além das razões óbvias, o teste vai responder o quanto a qualidade de vida irá melhorar sem a presença de veículos particulares.

A teoria apontada é que dentro de cidades que não apresentam grandes zonas industriais, a circulação da frota de veículos é grande responsável por emissões de gás carbônico. Afinal, carros também poluem através do som e ocupam muito espaço. Mas desde sua invenção, automóveis fazem parte da nossa vida, mesmo para quem não é um feliz proprietário de veículo automotor. Como será a vida em Oslo sem carros?

A resposta se desloca em duas rodas: através das bicicletas. Oslo já é conhecida por sua malha cicloviária, e agora, irá ampliar ainda mais o número de ciclovias. Sem a circulação de veículos automotores, as autoridades esperam que mais pessoas confiem nas magrelas para chegar ao trabalho. O índice de pessoas que praticam exercícios físicos vai subir, o que reduz complicações médicas por sedentarismo.

Um caso de vida ou morte: Com a medida, o consumo de combustível vai cair, fazendo os preços do aquecimento das casas, que também utilizam petróleo, diminuirem – considerando a ordem de oferta e procura. O governo Norueguês espera reduzir casos de pessoas que buscam outras maneiras de aquecer suas casas, como chaminés que tem maior probabilidade de gerar incêndios. Outro ponto a se considerar, é o fato que a Noruega é rica em reservas de petróleo, fazendo com que a medida afete o mercado internacional.

A ideia dos noruegueses parece loucura ou mesmo inaplicável em outros cenários. Afinal, imagine São Paulo sem carros?

Porém, não seria a primeira vez que uma boa ideia seria considerada inconcebível ou estapafúrdia.

AS 05 PIORES CIDADES PARA SE RESPIRAR

AS 05 PIORES CIDADES PARA SE RESPIRAR

Industrialização desenfreada, frota urbana de carros mais antigos, queimadas e até mesmo a própria natureza com suas raras tempestades de poeira. 🌨 Existem inúmeros fatores que podem fazer qualquer grande cidade se tornar um pesadelo para nossos pulmões e elas existem. 😰
Confira:

1.Ahvaz
Considerada o pior destino para quem tem problemas respiratórios, essa cidade iraniana tem a maior concentração de partículas inaláveis, impressionantes e assustadoras 372 delas em um diâmetro menor que um micrômetro ou 0,001 milímetro. Isso se deve ao fato que a legislação iraniana para com as emissões atmosféricas não estipula limites aceitáveis, Ahvaz com sua zona industrial gigantesca expele constantemente uma espessa névoa laranja, que obriga em média 6000 pessoas a procurarem ajuda médica por mês.

2.Ulan Bator
Localizada na República da Mongólia, com 279 partículas inaláveis por micrômetro. Na vice campeã dos ares ruins, o trabalho em equipe do trânsito de veículos, processos industriais, queima de biomassa e a suspensão de poeira natural do solo, garantem essa medalha de prata que ninguém quer ter. Mais uma vez, falta de controle é o que permite uma situação dessas.

3.Sanandaj
De volta para o Irã, Sanandaj sofre com algo incomum, tempestades de poeira. Vindas do Iraque elas garantem 254 partículas inaláveis por micrômetro, e afastando qualquer um com sinusite de conhecer a cidade sem espirrar.

4.Ludhiana
Ludhiana, com 252 partículas inaláveis por micrômetro, essa cidade indiana está tentando reverter essa situação. Foi imposto em 2010 o Ministério do Meio Ambiente da Índia impôs uma proibição sobre a poluição industrial na cidade, sendo que as fábricas teriam um ano e um m6es para se adequar as novas normas. Limpar é mais difícil que poluir, e Ludhiana ainda aparece entre as cinco piores cidades para se respirar.

5.Quetta
Quetta, nessa cidade do Paquistão a situação é alarmante, uma vez que existem poucos recursos no local. Vendo isso a União Internacional para a Conservação da Natureza desenvolveu um plano de ação para reduzir a poluição, começando por Quetta e depois se extendendo ao resto da província paquistanesa.

Como podemos ver nessa lista, onde temos a combinação de falta de controle sobre emissões atmosféricas e grande facilidade em montar grandes espaços indústrias, uma vez que as cidade precisam que se gerem empregos, a saúde de todos saí prejudicada. O melhor a se fazer é focar no crescimento industrial sustentável, controlando emissões e avaliando riscos.

COMO O PETRÓLEO SE TRANSFORMA?

COMO O PETRÓLEO SE TRANSFORMA?

O ouro negro, como é conhecido o petróleo, tem inúmeros derivados famosos – gasolina, plástico, gás liquefeito e vários óleos. Todos esses derivados se encontram na forma natural do líquido, o segredo é separar cada um deles.

Nas refinarias, cada produto que tem um ponto de ebulição diferente. Por exemplo, quando aquecido a 40ºC, o vapor do GLP se separa da massa pastosa do petróleo, já aos 100ºC é o vapor de gasolina que dá as caras.

Dentro de grandes caldeiras, o petróleo é aquecido e diversas tubulações abrem e fecham, soprando os derivados mais leves dos mais pesados. De combustíveis diversos à resinas para cosméticos, tudo se aproveita no petróleo, até mesmo o excedente é usado na fabricação de asfalto e combustível para aquecedores residenciais no hemisfério norte.

A versatilidade do petróleo faz seu valor comercial subir, com novas aplicações para seus derivados ele agrega mais valor e se torna o principal combustível da economia mundial.

O PETRÓLEO E O LAGO MARACAIBO: AS RIQUEZAS DA VENEZUELA

O PETRÓLEO E O LAGO MARACAIBO: AS RIQUEZAS DA VENEZUELA

O petróleo se forma através da sedimentação de material orgânico em ambientes com pouco oxigênio, geralmente águas profundas. Com o passar de milhares anos, novos sedimentos surgem e cobrem os antigos.  A cada camada, vai fazendo pressão e aumentando a temperatura do composto fóssil sedimentado abaixo. Com altas temperaturas e muita pressão, o que restava oxigênio e nitrogênio se desfaz dos compostos de carbono e hidrogênio, assim gerando os hidrocarbonetos – a base para o petróleo.

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AS 06 PIORES CAPITAIS BRASILEIRAS PARA SE RESPIRAR

AS 06 PIORES CAPITAIS BRASILEIRAS PARA SE RESPIRAR

A poluição urbana é proporcional ao tamanho das cidades e seu grau de urbanização. Nossa lista incluí apenas capiais, e adivinhem? Porto Alegre, a mais próxima da SJC, está entre elas.

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PETRÓLEO: A AUTOSSUFICIÊNCIA

PETRÓLEO: A AUTOSSUFICIÊNCIA

A descoberta das gigantescas reservas do pré-sal tornaram a produção de petróleo brasileira suficiente para, na teoria, abastecer o mercado interno. O volume total extraído é aproximadamente de 2,6 milhões de barris por dia, mas segundos especialistas ainda temos a necessidade de importar petróleo e seus derivados, seja por motivos econômicos ou técnicos.

O primeiro fator que nos faz importar petróleo é o tipo de petróleo extraído no Brasil. Chamado de tipo pesado, esse petróleo é mais denso e difícil de refinar. Precisamos comprar de outros países o óleo leve para misturar com nosso petróleo bruto e, assim, purifica-lo. A pior parte dessa densa história, é que o óleo leve é muito mais caro que o excedente pesado que o Brasil exporta, ou seja, compramos caro para refinar e vendemos barato o que sobra.

A Geografia do nosso país de dimensões continentais não ajuda também, por exemplo, para quem vive no Acre é mais barato comprar petróleo e derivados dos nossos hermanos Venezuelanos, do que transportar da região sudeste do Brasil, onde estão concentradas as maiores refinarias. A condição de infraestrutura de rodovias, portos e até aeroportos encarece ainda mais esse transporte.

Por fim, mesmo com investimentos para deixar de depender do óleo leve para refinar o petróleo nacional, a gigante Petrobras está perdendo participação no mercado nacional. A importação de gasolina e diesel sobem, e esse material trazido de fora precisa ser avaliado com mais rigor, para se encaixarem nos parâmetros pré estabelecidos por lei.

Assim a autossuficiência brasileira em petróleo é colocada em xeque, mesmo tendo o material bruto para suprir necessidades de todo o mercado interno. Refinar nosso petróleo pesado é caro demais, assim como transportá-lo para todos os cantos do Brasil. Agravando isso, os preços praticados internacionalmente por empresas que conseguem refinar de forma mais barata, acabam “roubando” parte do mercado que em tese deveria ser da Petrobras.

Existem outros fatores de cunho político sobre a questão, não pretendemos entrar nessa assunto aqui. Mas esperamos ter esclarecido questões técnicas e econômicas pontuais sobre a autossuficiência brasileira em petróleo.

QUALIDADE DO AR QUE INFLUENCIA NA PRODUTIVIDADE

QUALIDADE DO AR QUE INFLUENCIA NA PRODUTIVIDADE

A fiscalização da qualidade do ar é essencial para nossa saúde. Mas muito além disso, também influência no setor econômico, impulsionando a criação de novas tecnologias, meios de produção menos poluentes e manutenção da qualidade de vida dos colaboradores da indústria e do campo.

Criado em 1989, o Programa Nacional de Controle de Qualidade do Ar (PRONAR), estabelece metas para área, mesmo enfrentando um quadro diversificado de poluição em cada região do Brasil. Mudanças em recursos naturais, atividade econômica, entre outros fatores acabam por dificultar um perfil nacional. O resultado disso foi um sistema um tanto complexo para se estar de acordo com as normativas estabelecidas.

Deixando as normativas de lado, uma má gestão da qualidade do ar afeta diretamente a produtividade em indústrias. Prejuízos como o crescimento de abstenção dos funcionários, redução do ritmo de trabalho e a negatividade da imagem da empresa em relação aos seus colaboradores se tornam comuns.

Buscar uma empresa qualificada para mensuração e análise da qualidade do ar se faz necessário sempre que se trabalhar com contaminantes e produtos químicos agressivos à vida humana, porém ficar atento à queixas de temperatura muito alta ou baixa, mal odores, acúmulo de poeira e umidade também podem sinais de alerta.


Combustíveis: Testes direto da bomba


Combustíveis: Testes direto da bomba


Na hora de abastecer, economia não é tudo. Muitos motoristas ávidos por preços menores acabam por negligenciar cuidados com o combustível que compram. Sabia que todo condutor pode exigir testes que aprovem a qualidade do combustível ao abastecer.

Teste de Proveta: Essa prova mede a porcentagem de etanol anidro misturado à gasolina. O percentual deve ser de 27%. Toda vez que o motorista suspeitara da procedência do combustível.

Teste de volume: Quando se suspeita de levar menos combustível do que comprou, o teste de volume deve ser feito na frente do motorista. Nesse teste 20 litros de combustível são colocados em um recipiente padrão da Inmetro , sendo que um diferença de até 100ml é aceitável.

Teor alcoólico do etanol: Nesse caso o combustível deve ter entre 92,5% e 95,4%. Sua versão premium deve ter entre 95,5% e 97,7%. O equipamento é o termodensímetro, que estará fixado nas bombas de etanol. O condutor deve observar o nível indicado pela linha vermelha, que precisa estar no centro do densímetro e não pode estar acima da linha do etanol. Também se observa a transparência e isento de impurezas.

Sempre que alguma alteração ou recusa em fazer algum teste o condutor deve entrar em contato com a ANP, órgão regulador. Lembrando que é obrigação do estabelecimentos ter todos os equipamentos para que os testes sejam aplicados. Sempre que possível optar por abastecer em posto com certificados de qualidade.