O Brasil está na iminência de uma transformação energética radical. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, indicam que a produção nacional de gás natural está programada, em 2030, chegar em 147 milhões m³/dia.
Esse crescimento é impulsionado principalmente pelo início da exploração de megacampos de gás associado no Pré-Sal das Bacias de Campos e Santos. Além, é claro, das reservas promissoras no Pós-Sal da Bacia de Sergipe-Alagoas.
O salto no ranking e o gargalo logístico
A magnitude dessa projeção estima que o Brasil pode ascender no ranking global, figurando entre os 5 maiores produtores de gás natural do mundo. 4 posições em relação à sua colocação atual (9ª).
Contudo, para que este potencial se materialize, o setor B2B precisa enfrentar um desafio crítico: a infraestrutura de escoamento e processamento.
A nova capacidade de produção superará o limite das atuais rotas de escoamento do Pré-Sal (oleodutos e gasodutos). O investimento em novos gasodutos offshore e unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs) é vital para evitar a reinjeção ou a queima do gás.
Ademais, é preciso lembrar que, atualmente, o Brasil possui reservas naturais de gás natural que somam aproximadamente 368,9 bilhões de m³, com a região Sudeste detendo o domínio de 79% desse total.
Sustentabilidade e compliance são o novo foco no controle de emissões?
O aumento da exploração de gás natural (mesmo sendo um combustível fóssil de menor impacto que o carvão ou o petróleo) intensifica a necessidade de gestão rigorosa de emissões. Principalmente no que tange ao metano, pois é um gás de efeito estufa altamente potente, bem como o gás carbônico.
O cenário de produção duplicada implica um aumento proporcional na responsabilidade ambiental das companhias exploradoras, processadoras e transportadoras.

Mitigação de riscos
Dessa forma, a gestão proativa de emissões atmosféricas é essencial para o compliance regulatório e a mitigação de riscos de multas e interdições. Além disso, é um pilar do desempenho ESG das empresas, cada vez mais exigido por investidores internacionais.
Oportunidade para otimização
A verdade é que quanto antes as empresas integrarem a medição e o controle de poluentes em seus processos operacionais, mais rápido elas otimizarão o desenvolvimento de seus projetos.
SJC Química, sua parceria técnica para um crescimento sustentável
Nesse ambiente de expansão técnica e regulatória, as empresas necessitam de parceiros que ofereçam soluções analíticas e de monitoramento com excelência e precisão.
A SJC Química é o parceiro estratégico das indústrias no novo ciclo do gás natural brasileiro. Assumimos o compromisso de disponibilizar o monitoramento das emissões atmosféricas e da qualidade dos combustíveis através de análises laboratoriais certificadas.
Nesse sentido, deixamos a seguinte questão para ser refletida internamente, seja você com você mesmo ou com seus colaboradores: sua empresa está preparada para garantir o compliance e a sustentabilidade exigidos pelo novo ciclo de produção de gás natural?
*Atualizado em janeiro de 2026.


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