Mesmo sem um veículo com motor a combustão, é praticamente certo que, neste exato momento, estamos cercados e utilizando produtos derivados de petróleo. A dependência desta matéria-prima é tão profunda que grande parte da nossa civilização moderna, tal como a conhecemos, não seria viável sem ela.
E se esse dia fosse hoje?
De fato, mesmo com a projeção de reservas substanciais para um horizonte de tempo considerável, a busca por substitutos e o desenvolvimento de tecnologias alternativas existe. Os investimentos estratégicos em inovações, como a energia solar e a mobilidade elétrica, e a pesquisa por elastômeros sintéticos para mitigar o uso do plástico, demonstram a preparação global para a transição à era pós-petróleo.
Contudo, qual seria o cenário se essa transição para um futuro sem petróleo ocorresse em breve?
O dia depois de amanhã
A jornada para o trabalho: uma regressão logística
É imperativo notar que uma vasta porção de borrachas, plásticos, lubrificantes e fibras sintéticas em automóveis, ônibus e aeronaves é baseada em derivados de petróleo. Eles não seriam mais produzidos e as peças para criação ou reposição deixariam de existir aos poucos ou teriam que se adequar à nova realidade – algo que pode levar tempo, ainda mais sem o petróleo como matéria prima.
O colapso do sistema logístico logo se manifestaria de maneira incontestável. A paralisação quase completa dos veículos motorizados seria a realidade. A locomoção poderia ser feita em percursos a pé ou, alternativamente, com uso de veículos de tração animal.
A sobrevivência no escritório e no lar
No futuro, já sem o material por algum tempo, a necessidade do trabalho confrontaria um ambiente irreconhecível. O uso de computadores, dispositivos móveis, canetas esferográficas, cadeiras ergonômicas ou qualquer material de escritório com base plástica estaria comprometido. Isso porque muitos componentes eletrônicos essenciais (placas de circuito, isolantes, carcaças) dependem criticamente de derivados do petróleo, exigindo a substituição por materiais de natureza rudimentar.
A crise de saúde global
O petróleo é um insumo vital não apenas para a produção de diversos suprimentos plásticos hospitalares, como seringas, cateteres, luvas e válvulas cardíacas, mas também constitui a base química para a síntese de inúmeros fármacos de consumo em larga escala, incluindo analgésicos, antibióticos, sedativos e xaropes para a tosse. Este setor seria o primeiro e mais vulnerável ao colapso.
Um desafio com potencial destrutivo para a sociedade contemporânea. Nossa infraestrutura e modelo social foram desenvolvidos e estruturados em torno da disponibilidade e versatilidade desta commodity.
Por conseguinte, a perspectiva de uma vida sem ela permanece, felizmente, confinada ao campo da especulação.
Longevidade e eficiência
No contexto em que estamos, a atuação de entidades especializadas em análises técnicas, como a SJC Química, torna-se um pilar de estabilidade e segurança. As análises físico-químicas em combustíveis e derivados de petróleo realizadas pela SJC garantem às empresas análises rigorosas com normas técnicas (ABNT, ASTM, NBR). Permitindo, dessa forma, o controle de qualidade essencial para a manutenção das operações.
Por fim, pode-se dizer que, ao assegurar que a matéria-prima e os produtos finais atendam aos mais altos padrões, a SJC contribui diretamente para a redução de riscos operacionais e de falhas, a otimização de processos e a confiança no mercado, benefícios cruciais para a longevidade e eficiência do setor industrial dependente desses insumos.


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